segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Novo golpe anunciado

 Grupo que tentou fraudar as eleições de 2012 se prepara para novo golpe em 2013

No ano passado, o grupo formado pelos indivíduos que estiveram envolvidos com o caso da apropriação indébita durante a gestão do DCE da UFRGS de 2009-2010 (clique aqui para mais informações) tentou fraudar as eleições da entidade, forjando uma reunião falsa do Conselho de Entidades de Base (CEB), que não foi reconhecida nem pelos Diretórios e Centros Acadêmicos e nem pela UFRGS (clique aqui para mais informações).

Lucas Jones, envolvido com irregularidades
nas urnas da informática em 2010, usa
indevidamente o nome do DCE Livre
Com o objetivo de enganar os estudantes da UFRGS, o grupo alegou que a realização do “CEB paralelo” tinha como objetivo aprovar as eleições através do Portal do Aluno e facilitar o processo de votação, porém, por trás da suposta “boa intenção”, também havia uma série de dispositivos no “Regimento Eleitoral” que buscavam tão-somente beneficiar aquele grupo, em detrimento aos demais grupos de estudantes da UFRGS (clique aqui para mais informações). 

No fim, com o não reconhecimento do “CEB paralelo”, as eleições transcorreram normalmente e a gestão foi reeleita com uma margem muito apertada, o que aponta desgaste do grupo atual e possibilidade de renovação neste ano. Todavia, mesmo não reconhecidos, no “último suspiro do afogado”, o grupo fake ainda fez uma comissão eleitoral paralela, na qual se inscreveu uma única chapa, e tentou validar o processo eleitoral na justiça.

Uma única chapa se registrou na Comissão
Eleitoral Paralela. Dias depois, Douglas Donin
atuaria como advogado da Comissão
Eleitoral, mesmo sendo candidato.
A Justiça Federal, no julgamento do Mandado de Segurança nº 5065414-28.2012.404.7100 (clique aqui para visualizar), impetrado pelo grupo que organizou o “CEB Paralelo”, homologou, por sentença, a renúncia ao direito em que se funda ação e julgou extinto o processo com exame do mérito, terminando assim a tentativa de fraude às eleições de 2012. Não obstante, chama a atenção que o processo foi autuado em 23/11/2012, tendo como advogado Douglas Oliveira Donin, que em 17/11/2012, ou seja, poucos dias antes, havia se registrado como candidato na única chapa inscrita no processo eleitoral paralelo, conforme o site da Comissão Eleitoral paralela.


Em resposta à matéria, Fábio Borges Fanfa informou que
teve seu nome utilizado indevidamente pelo grupo do
Cleber e que não se encontra mais filiado ao PCdoB
(apesar de que ainda constar na lista de filiados no site
do TSE)
Passado um ano das confusões eleitorais, as pessoas envolvidas naquele imbróglio voltam à cena novamente usando de forma indevida o nome do DCE Livre. Considerando seu esforço fracassado em 2012, o grupo conhecido como “DCE Livre fake”, que tem como principais líderes Cleber Gugel Machado (clique aqui para mais informações) e Fábio Borges Fanfa, do Partido Comunista do Brasil (PC do B), resolveu não repetir o erro do passado e tentar fraudar as eleições através de um CEB falso, porém intentam novamente usar o nome “DCE Livre”, que tradicionalmente é o nome das chapas do Movimento Estudantil Liberdade.

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